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Como a inovação acontece na prática na BigDataCorp

Foto do escritor: BigDataCorp
BigDataCorp
há 5 horas
4 min de leitura

Quando falamos em inovação nas empresas, é comum imaginar grandes projetos, novas tecnologias ou ideias capazes de transformar completamente um produto ou mercado. Na prática, porém, boa parte das mudanças começa de maneira muito mais simples: alguém percebe um problema, identifica uma oportunidade de fazer algo melhor e decide explorar uma solução.


É por isso que inovar não depende apenas de grandes ideias. Depende da capacidade de observar a rotina, questionar processos e criar espaço para que diferentes pessoas proponham caminhos. Na BigDataCorp, essas ideias podem surgir em qualquer área e assumir formatos completamente diferentes, mas geralmente têm algo em comum: partem de uma necessidade concreta e evoluem por meio da colaboração, dos testes e da capacidade de transformar uma percepção em ação.


A inovação começa por perceber o que pode funcionar melhor


Nem sempre uma oportunidade de inovação aparece como um grande problema a ser resolvido. Muitas vezes, ela está escondida em uma atividade cotidiana que funciona, mas poderia funcionar melhor.


Foi o que aconteceu no time de Suporte. Paulo Vianna percebeu que o processo de validação das respostas elaboradas por estagiários e novos colaboradores criava uma dependência constante dos profissionais mais experientes. No contexto de trabalho remoto, cada retorno precisava ser validado individualmente, aumentando o tempo de resolução dos chamados e dificultando o desenvolvimento da autonomia de quem estava começando.


"Notei que o tempo de resolução dos chamados aumentava porque o estagiário precisava aguardar a disponibilidade de um veterano para validar cada mensagem. A constatação de que essa dinâmica travava a evolução do profissional me fez ver a oportunidade de transformar revisões pontuais em um repositório de respostas estruturado e reutilizável." - Paulo Vianna

A solução não exigiu uma ferramenta complexa. O time estruturou um fluxo assíncrono de validação e passou a utilizar recursos simples para organizar o acompanhamento: reações com emojis indicavam o status de avaliação de cada ticket, enquanto comentários nas minutas permitiam registrar correções e feedbacks.


O ajuste resolveu o gargalo imediato, mas produziu outro resultado. As respostas revisadas formaram um repertório que passou a ser consultado posteriormente, tornando o conhecimento produzido durante cada atendimento reutilizável.


"O processo deu origem a um repertório consultável de respostas que hoje acelera a integração de novos colaboradores e apoia integrantes de outras áreas durante imersões no Suporte." - Paulo Vianna

A experiência mostra uma dimensão importante da inovação na prática: uma mudança pode começar pequena e continuar gerando valor muito depois da situação que lhe deu origem.


Tecnologia e conhecimento também impulsionam a inovação


Em outros casos, inovar significa encontrar uma forma diferente de resolver um problema já conhecido. Foi o que aconteceu no time de Captura diante do desafio de unificar projetos de infraestrutura historicamente fragmentados, que operavam com diferentes tipos de dados e de maneira autônoma.


Seguir pelo caminho tradicional significaria iniciar um longo processo de levantamento de requisitos, migração e reconfiguração manual. Ao dimensionar o trabalho, o time percebeu que essa abordagem poderia gerar meses de tarefas operacionais e uma sobrecarga significativa para a equipe.


A alternativa foi utilizar Inteligência Artificial para apoiar a construção da nova arquitetura. Mas a inovação não esteve simplesmente na adoção da tecnologia. O time combinou a capacidade da IA com o conhecimento acumulado pelas pessoas que conheciam profundamente os projetos.


"O grande diferencial não foi a ferramenta em si, mas usá-la de forma estratégica, guiando a IA com o nosso conhecimento técnico e do negócio" - Deoval Júnior

As regras de negócio e especificações técnicas foram fornecidas aos modelos para mapear os cruzamentos entre os projetos e estruturar os requisitos da nova arquitetura. Um trabalho que poderia exigir meses de análise manual ganhou outra dinâmica porque a tecnologia foi aplicada a um problema bem compreendido pelas pessoas que estavam tentando resolvê-lo.


Para Deoval, a experiência reforçou justamente essa relação entre tecnologia e conhecimento humano.


"Esse desafio me fez entender que toda evolução tecnológica sempre precisará de um ser humano atuando em conjunto e que quando o humano e o tecnológico estão em sintonia todo o trabalho se torna mais eficiente e objetivo." - Deoval Júnior

Uma cultura de inovação dá espaço para as ideias evoluírem


Os exemplos do Suporte e da Captura são diferentes em escala, tecnologia e objetivo. Um reorganizou um fluxo cotidiano de trabalho; o outro utilizou Inteligência Artificial para enfrentar um desafio complexo de infraestrutura. Nos dois casos, porém, alguém percebeu que o caminho existente criava uma limitação e uma alternativa foi construída a partir do conhecimento de quem vivia aquela situação.


Esse movimento também aparece no Marketing. A criação de templates corporativos para apresentações surgiu ao perceber que Biggers de diferentes áreas precisavam montar materiais da empresa, mas nem sempre tinham familiaridade com criação visual. A conversa sobre essa dificuldade levou o time a pesquisar decks já existentes, identificar padrões e reunir modelos de páginas que pudessem ser adaptados para diferentes conteúdos.


Para Clarice Vieira, que participou da construção do projeto, a experiência mostrou como ideias podem ganhar novas proporções quando existe espaço para conversar sobre aquilo que poderia ser melhor.


"Acho que o principal foi perceber que uma conversa simples pode acabar virando algo bem maior. Às vezes, é trocando ideia que a gente percebe uma necessidade ou encontra uma forma melhor de fazer alguma coisa." - Clarice Vieira

Uma cultura de inovação não depende, portanto, de esperar pela próxima grande ideia. Ela é construída quando as pessoas têm espaço para observar, questionar, propor e testar maneiras melhores de trabalhar. Algumas dessas iniciativas se transformarão em novos processos; outras, em ferramentas, produtos ou novas formas de utilizar uma tecnologia.


Na BigDataCorp, inovar na prática passa justamente por encurtar a distância entre perceber uma oportunidade e conseguir agir sobre ela.


Se você busca um ambiente onde ideias podem sair da conversa e se transformar em melhorias reais, vale a pena conhecer as nossas oportunidades. Vem ser Bigger!

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